Quando pensei
Que poderia ser amado.
Percebi que era
Quase todo tempo usado:
Usado por ti
E pela falta de ti.
E quase esqueci quem sou
Por alimentar falsas fantasias
Pensando que a perda do meu amor
Aos poucos me mataria.
E quase aprendi por meio de comprimidos
O que é morrer e não ser compreendido.
E quantos sórdidos pensamentos
Ainda tirarão a minha paz de espírito?
Quando nem tudo que reluz é ouro
Nem tudo que é ferida é dor.
As conseqüências são inevitáveis
E o dia já perdeu a cor.
E agora o dedo já está engatilhado
E o cano apontado pro nosso lado.
Tudo por você ter me deixado
Por não ter ficado ao meu lado
Quando eu mais precisava de você.
Quando eu mais precisava de você.
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Acreditar
Me disseram que um dia
O mundo vai ser bom,
Vai existir justiça e amor
E compreensão.
Mas a dor em mim impede
De esperança ter,
De ver a luz no fim túnel
- acreditar
Queria ao menos acreditar.
Já chorei muito esta noite,
Sem ao menos saber por quê.
Já me entristeci por motivos
Que até hoje não consegui entender.
Quando estou bem,
Sinto esperança e a solução,
Mas quando o espírito se fecha:
Perco toda a motivação
De esperar,
Acreditar,
De viver.
Queria tanto acreditar.
Queria tanto acreditar.
É o mundo
A injustiça
São as palavras mordazes
A falsidade dos amigos
O sorriso amarelado
O fim do espetáculo
É a vida
É a vida.
Queria tanto acreditar.
Queria ao menos acreditar.
O mundo vai ser bom,
Vai existir justiça e amor
E compreensão.
Mas a dor em mim impede
De esperança ter,
De ver a luz no fim túnel
- acreditar
Queria ao menos acreditar.
Já chorei muito esta noite,
Sem ao menos saber por quê.
Já me entristeci por motivos
Que até hoje não consegui entender.
Quando estou bem,
Sinto esperança e a solução,
Mas quando o espírito se fecha:
Perco toda a motivação
De esperar,
Acreditar,
De viver.
Queria tanto acreditar.
Queria tanto acreditar.
É o mundo
A injustiça
São as palavras mordazes
A falsidade dos amigos
O sorriso amarelado
O fim do espetáculo
É a vida
É a vida.
Queria tanto acreditar.
Queria ao menos acreditar.
segunda-feira, 21 de junho de 2010
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Pandora
Há dentro de mim
Uma dor que afugenta a minha alma.
Um clamor desesperado por ajuda
Que os meus lábios não conseguem expressar.
Há dentro de mim
Um remorso esmagando o meu espírito
Uma guerra que faz o poderoso ajoelhar.
O martírio que se infringe ao inocente.
Há dentro de mim
Alguém tão triste que sempre me implora
“deixe eu sair dessa caixa de pandora”.
E tenho medo de um não dar conta
E te mostrar o pior lado da história
De um “eu” estranho
Que vive um inferno em glória.
Há dentro de mim,
Tanta mágoa e tanto ressentimento
Por todos os que feriram os meus sentimentos.
Por tantas pedras que joguei
Em alguém honesto.
Por tantos dias que passei sem te falar,
Que eu te amava bem mais do que você entenderia,
Que por você eu facilmente morreria,
Mas há dentro de mim
Um indelével sentimento
Que me tortura
Me judia
Me destrói.
E um dia eu espero te contar
Todas as coisas que pensei sem te falar.
Todas as vezes que chorei sem lacrimejar.
Todas as canções que não poderia mais ouvir.
Todos os erros que não queria repetir.
Porque há dentro de mim
Uma saudade imensa
De dias que vivi
Quando era simples acordar
Pegar os meus brinquedos
E simplesmente ir brincar.
Uma dor que afugenta a minha alma.
Um clamor desesperado por ajuda
Que os meus lábios não conseguem expressar.
Há dentro de mim
Um remorso esmagando o meu espírito
Uma guerra que faz o poderoso ajoelhar.
O martírio que se infringe ao inocente.
Há dentro de mim
Alguém tão triste que sempre me implora
“deixe eu sair dessa caixa de pandora”.
E tenho medo de um não dar conta
E te mostrar o pior lado da história
De um “eu” estranho
Que vive um inferno em glória.
Há dentro de mim,
Tanta mágoa e tanto ressentimento
Por todos os que feriram os meus sentimentos.
Por tantas pedras que joguei
Em alguém honesto.
Por tantos dias que passei sem te falar,
Que eu te amava bem mais do que você entenderia,
Que por você eu facilmente morreria,
Mas há dentro de mim
Um indelével sentimento
Que me tortura
Me judia
Me destrói.
E um dia eu espero te contar
Todas as coisas que pensei sem te falar.
Todas as vezes que chorei sem lacrimejar.
Todas as canções que não poderia mais ouvir.
Todos os erros que não queria repetir.
Porque há dentro de mim
Uma saudade imensa
De dias que vivi
Quando era simples acordar
Pegar os meus brinquedos
E simplesmente ir brincar.
terça-feira, 1 de junho de 2010
Aquele gosto de veneno.
Aquela voz me irritava.
Eu queria só dormir
e você não me deixava.
Era só fechar os olhos
e não esperar sonhar.
Era só calar meu pranto
e nunca mais ter que chorar.
Mas você tão egoísta não deixou.
Beijou a minha boca sem amor.
Bateu forte no meu peito
e o meu coração respondeu.
Quando tudo era verdade,
quando entrava na viagem
você me acordou.
Por que,
havia guardado algo bom pra mim?
Por que?
Tudo seria bem melhor assim!
E a vida aos poucos retornava.
Tudo que acreditei, desacreditava.
Aquele momento era santo demais pra nós.
Era eros versus thânatos.
Era pra ter final feliz,
como o "fliper" que deixou de existir,
como a estrela que morreu por ser cadente.
Pena que você não entendeu
o meu jeito triste de ser feliz.
Aquela voz me irritava.
Eu queria só dormir
e você não me deixava.
Era só fechar os olhos
e não esperar sonhar.
Era só calar meu pranto
e nunca mais ter que chorar.
Mas você tão egoísta não deixou.
Beijou a minha boca sem amor.
Bateu forte no meu peito
e o meu coração respondeu.
Quando tudo era verdade,
quando entrava na viagem
você me acordou.
Por que,
havia guardado algo bom pra mim?
Por que?
Tudo seria bem melhor assim!
E a vida aos poucos retornava.
Tudo que acreditei, desacreditava.
Aquele momento era santo demais pra nós.
Era eros versus thânatos.
Era pra ter final feliz,
como o "fliper" que deixou de existir,
como a estrela que morreu por ser cadente.
Pena que você não entendeu
o meu jeito triste de ser feliz.
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