sexta-feira, 28 de maio de 2010

Ópio do povo

Aquele garoto chora
Aquele velho nojento implora.
A santa vontade da carne
Seus pecados ele perdoou
Desde que você prometa
Não contar para sua mãe.
E deus te abençoe
Não há pecado quando há amor.
Não diga pra ninguém quem é teu padre estuprador.

Fim da religião
Fim da religião
Fim da religião
É o ópio do povo
A heroína pagã
Fim da religião
Fim da religião
Fim da religião

Ele é o caminho
Eu sou pedágio da salvação.
Compre sua morada no céu,
Compre o óleo de unção
É bem baratinho
Só custa um “tostão”.
Curarei suas enfermidades,
Te darei prosperidade
Dai-me o seu dinheiro
E seu cartão.

Fim da religião
Fim da religião
Fim da religião
É o ópio do povo
A heroína pagã
Fim da religião
Fim da religião
Fim da religião

Mataram os profetas de Deus.
Mataram o filho de Deus.
Fizeram a santa inquisição
Genocídios nas santas cruzadas
Prenderam Galileu.
Mataram quem tinha uma Bíblia
Queimaram tantas mulheres.
Se fizeram de homem bomba
Explodiram o World Trade Center
Morreram por um tal Hiroito
Destruíram os nossos índios.
E como podem falar de salvação!!!
E como podem falar de salvação!!!

Fim da religião
Fim da religião
Fim da religião
É o ópio do povo
A heroína pagã
Fim da religião
Fim da religião
Fim da religião

Fim da religião
Fim da religião
Fim da religião
É o ópio do povo
A heroína pagã
Fim da religião
Fim da religião
Fim da religião

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